domingo, 19 de janeiro de 2025

Cessar-fogo em Gaza: Quem venceu? 5 análises para entender o cenário geopolítico

 Prof. Dr. Márcio José Mendonça 


quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Guerra urbana na Ucrânia

Prof. Dr. Márcio José Mendonça

A invasão russa da Ucrânia em 2022 demonstra mais uma vez a importância das cidades no cenário de combates em ambientes urbanos. Embora as cidades fossem alvo de ações militares desde a antiguidade, uma cronologia convencional do campo de batalha moderno pode considerar a Guerra Civil Espanhola o primeiro exemplo de combate de natureza propriamente urbano. O próximo exemplo deve considerar sem dúvida a devastação urbana da Segunda Guerra Mundial, cabendo destacar as batalhas por Stalingrado e Berlim, além de mencionar o bombardeio indiscriminado de Dresden, Hamburgo e Tóquio. Embora episódios emblemáticos em que a cidade foi alvo e os combates se desenvolveram no espaço urbano, uma virada urbana mais explícita, só ocorreu com as experiências dos Estados Unidos em Mogadíscio, em 1993, com o conflito urbano travado em Sarajevo (1992-1996) e pela experiência russa em Grozny (1994-1995). E se considerarmos os exemplos mais recentes de guerra urbana no Iraque e na Síria, como parte dessa cronologia, todos incidentes denotam um “uma virada histórica para a guerra urbana”, como argumenta Anthony King (2021, p. 6, tradução livre; ver também GRAHAM, 2011; MENDONÇA, 2022; e DANIELSSON, 2024).

Tratando-se de guerra em ambiente urbano, conflitos em cidades, são um tipo de conflito que se desenvolve em áreas urbanas, com características próprias que exigem novos modos de comportamento e de atuação dos soldados por conta da presença de muitos civis e do ambiente construído que oferece complexidade extrema ao campo de batalha. Assim, a compreensão do ambiente de conflito urbano demanda uma abordagem conceitual mais ampla, que dê conta da dinâmica e complexidade de combate do espaço urbano. Nesse âmbito, o geógrafo britânico Stephen Graham (2011), especialista no tema, sugere o emprego da concepção de espaço de batalha, em vez de campo de batalha, espaço em geral amplo e aberto. Segundo argumenta Graham, o espaço de batalha não possui um front ou retaguarda, tampouco deve ser visto como uma horizontalidade, mas como um espaço profundo de várias camadas, onde o combate é sempre simultâneo à vida e a qualquer outra atividade. “O conceito de espaço de batalha permeia tudo, indo das escalas moleculares da engenharia genética e da nanotecnologia, passando pelos espaços cotidianos e experiências da vida da cidade, até esferas planetárias do espaço e o ciberespaço da internet que atravessa o globo” (GRAHAM, 2011, p. 31, tradução livre). Na perspectiva enfatizada, o espaço de batalha pode ser qualquer lugar tomado como campo de batalha, com diferentes níveis ou camadas espaciais, a partir das estruturas preexistentes do lugar, que então são manipuladas por combatentes ou construídas com finalidades militares. São lugares onde, muitas vezes, os combates ocorrem em “espaços comuns” ou “ordinários”, em meio a salas de estar, escolas, áreas industriais, hospitais e supermercados, ambientes característicos de conflitos urbanos.

Todavia, é preciso observar, que muitos dos princípios reconhecidos que caracterizam a guerra urbana e que são aplicados hoje ao cenário densamente urbanizado e de grande densidade demográfica, em cidades, já eram, aplicáveis ao período pré-moderno. Por isso, para sua melhor apreciação, aos tempos modernos, John Spencer (2021) oferece uma lista útil de oito critérios para descrever os princípios fundamentais da guerra urbana moderna que, de acordo com Morag (2023), em síntese, podem ser referidos da seguinte maneira:

1. Os defensores quase sempre têm uma vantagem tática, especialmente em cidades, embora isso não signifique que estas necessariamente terão sucesso no nível operacional ou estratégico de um conflito;

2. O terreno urbano inibe a capacidade da força atacante de usar inteligência, vigilância, reconhecimento, implantação de meios aéreos e enfrentar os defensores à distância;

3. As forças atacantes têm dificuldade em alcançar o elemento surpresa, pois eles são monitorados pelas tropas de defesa, que podem permanecer escondidos dos atacantes;

4. Os edifícios, especialmente os feitos de vigas de concreto reforçado ou de pedra, servem como bunkers fortificados a partir dos quais as forças de defesa podem disparar sobre as forças atacantes;

5. Os invasores costumam usar munições, às vezes poderosas, para acessar edifícios e negá-los às forças de defesa;

6. Os defensores têm a vantagem de uma circulação relativamente livre dentro da cidade e conhecimento íntimo das ruas, dos becos e dos labirintos — quando não estão sob vigilância ou ataque por veículos aéreos não tripulados ou por outros meios;

7. Os defensores podem construir túneis, depósitos de armas e uma série de outras instalações subterrâneas e usá-las para acessar vários locais ao redor da cidade. Os invasores geralmente têm pouco ou nenhum conhecimento sobre esses lugares;

8. Nem as forças de ataque nem as de defesa podem dispor dos seus recursos numa localização de forma concentrada. A concentração de forças é um dos fatores decisivos na guerra convencional no campo de batalha, pois, historicamente, o objetivo das operações de campo era concentrar suas forças para dizimar o exército inimigo. A incapacidade de usar forças em massa tem desvantagens para ambos os lados, mas, no caso da força de defesa em tela, que é uma força irregular, e a força de ataque, que é uma força militar moderna — o que aconteceu em muitos casos da guerra urbana moderna pós-Segunda Guerra Mundial — os recursos tecnológicos, numéricos, as vantagens de treinamento e equipamento de um exército moderno não podem, em muitos casos, ser aplicados tão eficazmente quanto seria possível em condições abertas de guerra. Assim, a força militar moderna é muitas vezes forçada a lutar junto de combatentes irregulares, com ambos os lados estando amplamente equiparados, uma vez que carregam tipos de equipamentos semelhantes, e a vantagem de treinamento que um soldado moderno tem pode ser relativamente negada pelo fato de o conhecimento do terreno proporcionar uma defesa irregular ao combatente. Além disso, os defensores irregulares geralmente têm tempo suficiente para preparar a sua cidade para o conflito, incluindo a tomada de medidas como a escavação de túneis, a construção de depósitos de munições, o estabelecimento de posições de atiradores, a implantação de armadilhas e o planejamento de emboscadas.

Dessa forma, o conflito urbano, muitas vezes uma guerra irregular, travada em áreas edificadas, difere do combate convencional, ao ar livre, tanto no nível operacional quanto no nível tático. Fatores que incluem a presença de civis e a complexidade do terreno urbano são complicadores que interferem no conflito e que implicam em produção de conhecimento e táticas para atuar no espaço urbano. Nesse sentido, embora Danielsson (2024) muito bem descreva a trajetória histórica-conceitual (2024) pela qual a ideia do urbano militar surgiu, a partir da necessidade de uma nova ordenação espacial e epistêmica de ambientes urbanos, para se referir aos modos práticos nos quais uma organização militar produz conhecimento, na busca de alcançar proficiência militar em ambiente urbano por meio de ações administrativas e de intervenções de caráter cirúrgico, que a princípio buscam gerar menos impacto ou minimizar o dano colateral. É de fato notável, que os conflitos militares na Síria, na Faixa de Gaza, além da guerra na Ucrânia, também mostram que o urbano é tratado, mesmo agora, com profundo desenvolvimento de recursos tecnólogos, como um espaço hostil, caótico e perigoso, que precisa ser domado ou até mesmo completamente destruído. Assim, ações de guerra conduzidas em espaço urbano por militares israelenses, americanos e russos, que ensejam vitórias militares no cenário urbano, visam a destruição mais substancial do espaço urbano com o propósito de atingir grupos que usam o ambiente construído como abrigo e suporte para suas operações.

As cidades e sua extensa rede urbana oferecem as forças de defesa, sitiadas em prédios e outras estruturas urbanas, uma defesa significativamente baseada no espaço urbano por meio de esconderijos e defesas montadas no ambiente construído. Vale dizer que combatentes abrigados no espaço urbano, também podem contar, com as vantagens de extensa cobertura da estrutura civil oferecida no combate urbano. Diferente de espaços amplos e abertos, ambientes urbanos de combate são muito próximos; assim, dentro e ao redor dos edifícios, é muito difícil garantir a segurança de não-combatentes.

Isto limita a liberdade de movimento das forças invasoras convencionais e os torna mais vulneráveis a ataques, enquanto as mortes de civis e a danos em propriedades podem beneficiar as forças de defesa irregulares, atraindo atenção e ira contra as forças invasoras. A morte de inocentes numa cidade pode influenciar a opinião pública por parte dos habitantes na direção de fornecer apoio crescente às forças irregulares e alimentar maior ódio às forças invasoras. Assim, os defensores urbanos desfrutam de uma grande gama de vantagens, não apenas taticamente, mas também em termos de impacto local, nacional, e opinião global, algo que pode influenciar a política do país invasor, bem como suas relações com seus aliados e parceiros comerciais (MORAG, 2023, p. 81, tradução livre).

Nesse aspecto, as cidades ucranianas têm oferecido inestimável obstáculo as ações ofensivas das forças russas que

[...] buscam a ocupação de assentamentos e cidades após a supressão e destruição das poderosas fortificações ucranianas, depósitos de munições e esgotamento de suas reservas, impulsionando avanços de infantaria leve e mecanizada apenas com a retirada de forças ucranianas ou destruição amplas de suas unidades. Tal metodologia de combate se baseia fortemente na doutrina empregada na Segunda Guerra da Chechênia e na intervenção militar na Síria, no qual danos significativos à infraestrutura urbana são inseridos no contexto de eliminação completa da resistência e posterior avanço para eliminação de unidades remanescentes, porém esgotadas (LATERZA et al., 2023, p. 102.)

No cenário de guerra no leste ucraniano, as forças ucranianas implementaram extensas defesas em profundidade ao longo de toda a linha de contato com as regiões de Donetsk e Lugansk, que em sinergia com as cidades, tem exigido muitos recursos e alto nível de tolerância de perdas em vidas e material por parte dos russos. Vale ressaltar, para os defensores ucranianos, as cidades tem oferecido inúmeras possibilidades de deter e neutralizar as investidas russas que precisam avançar com cuidado diante do risco de serem atraídos para uma armadilha. Até o momento os russos não conquistaram nenhuma cidade que possa se definir como grande, seja em aspecto demográfico ou densidade urbana, tendo em vista que os avanços em direção a Kiev e Kharkiv, as maiores cidades ucranianas, foram impedidas por feroz resistência baseada no espaço urbano. A conquista de densos núcleos urbanos são operações complexas diante da presença de edifícios altos, áreas industriais, escolas, hospitais, centros de distribuição de energia, além de ruas e avenidas de diferentes tamanhos, dentre outras estruturas presentes na extensa rede urbana da Ucrânia (ver LATERZA et al., 2023). 

Como Rodolfo Laterza et al. (2023) nos ajudar a entender, as cidades ucranianas proporcionam muitas possibilidades aos defensores que estão conseguindo êxito em desgastar as tropas russas que se aventuram em terreno urbano. Os avanços de blindados pelas ruas os tornam alvos fáceis, helicópteros igualmente são vulneráveis ao fogo de sistemas de defesas instados na cidade, enquanto que a infantaria, para avançar, deve limpar cada edificação antes de prosseguir, tornando o avanço lento e penoso com alto custo em vidas devido à resistência urbana, às armadilhas, às emboscadas e demais dispositivos improvisados instalados no terreno urbano, em ruas e edifícios. Por isso, ao assumir o comando das operações militares russas na Ucrânia, em outubro de 2022, o general Sergei Surovikin, conhecido como “general Armagedom”, adotou modificações táticas e na estratégia militar russa e a fim de evitar baixas e perdas de material, os russos agora a fim de facilitar a progressão no terreno urbano, procuram cercar as cidades e usar fogo de artilharia para destruir obstáculos e limpar o terreno, com o objetivo de depreciar as defesas ucranianas.

Ainda de acordo com Rodolfo Laterza et al. (2023), essa tática cumpre o objetivo de suspender o abastecimento das tropas entrincheiradas na cidade e assim afetar as condições de subsistência da resistência ucraniana. Nesse âmago, os ataques de artilharia além de destruir fortificações, esconderijos, equipamentos e munições inimigas, objetivam também nivelador o espaço urbano, ao destruir edifícios, diminuindo o fator vertical de complexidade de várias camadas do espaço de batalha, presente nos edifícios. Construções altas são eventualmente usadas como ponto de observação e disparo de atiradores e armas antitanque contra tropas que avançam pelas ruas. Outro fator de complexidade do espaço urbano ucraniano, são a presença de túneis e áreas industriais, uma característica da herança soviética, portanto, comuns nas cidades ucranianas, que oferecem um teatro de batalha de múltiplas camadas, isto é, de vários volumes, no campo de batalha.

Embora os russos agora evitem invadir os principais centros urbanos, o avanço pelo terreno no leste ucraniana, necessariamente precisa lidar com a questão urbana. Assim visto, na medida em que as cidades ucranianas passaram a ser usadas para desgastar as forças russas, os generais de Putin, implementaram o arranjo tático de destruição massiva do espectro urbano com ataques de artilharia e bombardeios aéreos pesados com o propósito de enfraquecer as defesas ucranianas e modelar o campo de batalha a favor dos russos, favorecendo o avanço das tropas invasoras no vazio urbano destruído, para só em seguida ocupá-las. No entanto, a guerra urbana na Ucrânia não é uma questão circunscrita apenas ao elemento militar, propriamente dito, uma vez que, o cenário ucraniano ainda oferece outras camadas adicionais de complexidade para os russos, ao lidar com o problema das cidades. Além da dificuldade de avanço pelo terreno urbano, muitas cidades ucranianas são habitadas por expressiva população russa. Segundo historiadores russos a cidade de Kiev constitui o berço da civilização russa e, portanto, possui um importante vínculo cultural e uma forte identidade com a civilização russa, não sendo, de forma alguma, uma opção a sua destruição completa (ver LATERZA et al., 2023).

Dessa forma, podemos evidenciar que os russos procuram evitar grandes centros urbanos ucranianos pelas dificuldades impostas ao avanço militar sobre o terreno urbanizado; também por questões sensíveis de identidade e possíveis danos a arquitetura e histórica russa compartilhada com os ucranianos. Em seu avanço pelo leste ucraniano, os russos têm optado por ataques contra assentamentos urbanos pequenos e médios, embora de significativo valor, estes centros minimizam um pouco o número de perdas entre a população civil e exigem menor demanda do efetivo de tropas russas em relação a uma incursão em Kiev, hoje, por exemplo, fora dos planos de Moscou.

Assim, é importante destacar, que a tática de destruição de cidades e vilas ucranianas, mesmo massiva, não visa uma destruição total e definitiva do espaço urbano ucraniano. Deve-se lembrar que os assentamentos ucranianos são lugares habitados também por russos, por isso, as ações militares de Moscou não devem ser vistas apenas como guerra de conquista e destruição infame ou sem sentido, mas sim, uma ação militar de ocupação e organização do espaço cultural e político russo na região em sentido estratégico. Por esse aspecto, sobretudo, no âmbito do urbicídio* aplicado na Ucrânia, embora genuíno, em suas características destrutivas, também implica em urbanização como medida de (re)territorialização dos interesses de Moscou e da população russa naquela região.

 

* Por urbicídio entende-se as práticas e meios militares destinados, com fins políticos, que visam, no fundo, além de vencer o inimigo, a destruir o seu habitat, negando-lhe a cidade e o espaço urbano como substrato de reprodução ou esconderijo. Dessa maneira, o que estamos vendo na Ucrânia é um processo de destruição do espaço urbano com o objetivo de negá-lo ao inimigo como espaço de resistência. Trata-se, em termos simples, de uma forma de violência contra a cidade e seus habitantes, em outras palavras, de uma ação deliberada de destruição do ambiente construído e da urbanidade que propicia a vida na cidade, com a intenção de atingir pelo uso da força uma finalidade política (para mais detalhes, ver MENDONÇA, 2022).

 

Referências

DANIELSSON, Anna. The emergence of a military urban in and of war. Annals of the American Association of Geographers, p.1-15, nov. 2024.

GRAHAM, Stephen. Cities under siege: the new military urbanism. Londres: Verso, 2011.

KING, Anthony. Urban warfare in the twenty-first century. Cambridge, RU: Polity Press, 2021.

LATERZA, Rodolfo Queiroz [et al.]. Guerra na Ucrânia: análises e perspectiva: o conflito militar que está mudando a geopolítica mundial. São Paulo: D´Plácido, 2023.

MENDONÇA, Márcio José. Espaço de batalha e urbicídio na cidade do Rio de Janeiro. São Paulo: Editora Dialética, 2022.

MORAG, Nadav. Urban warfare: the recent Israeli experience. Journal of Strategic Security, v. 16, n. 3, p. 78-99, 2023.

SPENCER, John. The eight rules of urban warfare and why we must work to change them. Modern War Institute, 1º de dezembro de 2021. Disponível em: <https://mwi.usma.edu/the-eight-rules-of-urban-warfare-and-why-we-must-work-to-change-them/>. Acesso em: 6 de janeiro de 2024.




sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

Palestina Livre 2025

 Prof. Dr. Márcio José Mendonça

Como os mais atentos as atividades e publicações de nossa página já estão cientes, estamos concluindo o livro “Guerra dos Drones: análise e perspectiva do campo de batalha”. Este livro será lançado ainda no primeiro trimestre de 2025. Contudo, muitos outros projetos nos aguardam em 2025. Além do livro que irá analisar o impacto e transformação do campo de batalha pela introdução dos drones em cenário de guerra, estamos dando início ao projeto de desenvolvimento de um segundo livro, sobre o tema da guerra na Faixa de Gaza.

Assim, o livro “Palestina Livre: 500 dias de combate e resistência palestina ao extermínio israelense na Faixa de Gaza”, irá analisar os acontecimentos na Faixa de Gaza desde o dia 7 de outubro, com foco nas formas de combate da resistência palestina baseadas em terreno urbano contra a ocupação e extermínio dirigido por Israel. Para tanto, o livro além de analisar o contexto do combate em terreno urbano, ou seja, da guerra em ambiente urbano, pretende focalizar com destaque, as táticas e formas de organização da resistência armada palestina na Faixa de Gaza.

Este projeto consiste numa versão ampliada do trabalho publicado em julho de 2024, pela revista Ensaios de Geografia, com o título de “Guerra urbana em Gaza: 100 dias de combate entre Israel e Palestina” (https://periodicos.uff.br/ensaios_posgeo/article/view/61784), que agora, ampliado e revisto, almeja realizar uma análise mais profunda do campo de batalha e do esforço de guerra da resistência palestina.

Desde agora, todos estão convidados a conhecer um pouco sobre as formas de luta e organização da resistência palestina. Que a verdade e o rigor acadêmico guiem cada palavra e virgula dessa história. 

Ilustração de divulgação

Guerra Híbrida no Irã

Prof. Dr. Márcio José Mendonça      A guerra híbrida, conforme explorada por Andrew Korybko em Guerras Híbridas: das revoluções coloridas ao...